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Documentos técnicos de Qualidade

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58 documento(s) encontrado(s).

  • Especificação técnica

    ET-ENG-EPR-001

    Concreto asfáltico com asfalto borracha (AB08)

    Rev.01: harmonização dos critérios de ensaio, controle e amostragem. Frequências remetidas ao Anexo D (Plano de Ensaios); dosagem aprovada pela IT-ENG-EPR-003 e usina/laboratório homologados pela IT-ENG-EPR-002 antes da produção; DUI ≥ 0,80; F/A 0,8–1,5; VDR ≥ 55; IRI médio ≤ 1,9 e individual ≤ 2,3 m/km; AB08 1.500–2.000 cP a 175 °C; ligante pela DNIT 111/2009-EM. Mantém o critério de ICT por escopo (usinagem, aplicação ou ambos).

  • Especificação técnica

    ET-ENG-EPR-002

    Sub-base e base de BGTC e BGMC

    RCS 7 d: BGTC > 3,0 MPa / BGMC > 1,5 MPa; 28 d: > 3,5 / > 1,75 MPa. Espessura estatística ± 5 % e pontual até 10 %.

  • Especificação técnica

    ET-ENG-EPR-003

    Tratamento superficial duplo — antirreflexão de trincas

    Taxas de ligante e agregado da 1ª e 2ª aplicação verificadas a cada 200 m; FVS e ICT condicionam o pagamento.

  • Especificação técnica

    ET-ENG-EPR-004

    Microrrevestimento asfáltico a frio

    Controle de taxa, resíduo, granulometria, macrotextura (HS 0,6–1,2 mm) e critério de ICT.

  • Especificação técnica

    ET-ENG-EPR-005

    Sub-base e base de BGS

    Materiais, execução, Anexo A (plano de ensaios) e ICT por granulometria, deflexão e espessura.

  • Especificação técnica

    ET-ENG-EPR-006

    Sub-base e base de macadame seco

    Agregado graúdo de britagem primária estabilizado por material de enchimento e compactação.

  • ICT

    FR-ENG-EPR-001

    ICT — Concreto asfáltico (CAUQ)

    Três abas por escopo da contratada: Usinagem + Aplicação, só Usinagem, só Aplicação. Granulometria, teor de betume, Vv, GC, IRI, VRD, HS e deflexão.

  • Execução

    FR-ENG-EPR-018

    Plano de rolagem — aplicação de CAUQ

    Registro da vibroacabadora (mesa, caracol, segregação, velocidade) e rolos por pano, rodovia e km.

  • Homologação

    FR-ENG-EPR-019

    Vistoria — Pedreiras e usinas de concreto

    Licenciamento (lavra e ambiental), dados da central, automação da dosagem de cimento, agregados e água, laboratório próprio e infraestrutura.

  • Homologação

    FR-ENG-EPR-020

    Vistoria — Equipamentos de laboratório e ligante

    Checklist de presença e calibração de equipamentos (peneiras, RICE etc.), com número e validade de certificado. Abas Laboratório e Ligante.

  • Homologação

    FR-ENG-EPR-021

    Vistoria — Saibreira / areal

    Descrição, mineralogia, licenciamento e condições de extração.

  • Homologação

    FR-ENG-EPR-022

    Vistoria — Pedreiras e usinas de solos

    Pedreira (produção e britagem) e usina de solos: licenças, equipamentos, fornecimento de agregado.

  • ICT

    FR-ENG-EPR-024

    ICT — Microrrevestimento asfáltico a frio

    Taxa aplicada, desprendimento, teor de resíduo, granulometria, HS/VRD e IRI.

  • ICT

    FR-ENG-EPR-025

    ICT — Sub-base e base de BGTC / BGMC

    Granulometria, RCS e RCD aos 7 e 28 dias, deflexão característica e espessura. Tabela K (DER-SP).

  • Dosagem

    FR-ENG-EPR-026

    Dosagem — Base ou sub-base de solo-brita

    Checklist de análise do projeto de solo-brita (aba “Arenoso”).

  • Dosagem

    FR-ENG-EPR-027

    Dosagem — Base ou sub-base estabilizada

    Checklist de dosagem de materiais para camada estabilizada granulometricamente.

  • Dosagem

    FR-ENG-EPR-028

    Dosagem — Base ou sub-base estabilizada quimicamente

    Solo-cal e solo-cimento: teor de adição, compactação, RCS e RCD.

  • Dosagem

    FR-ENG-EPR-029

    Dosagem — BGS

    Checklist do projeto de BGS com aba de faixas granulométricas.

  • Dosagem

    FR-ENG-EPR-030

    Dosagem — BGTC

    Checklist do projeto de brita graduada tratada com cimento.

  • Dosagem

    FR-ENG-EPR-031

    Dosagem — Base ou sub-base estabilizada (brita)

    Checklist de camada estabilizada com brita (IT-ENG-EPR-003 registra como “Dosagem-Brita”).

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Glossário de termos e siglas
FVS — Ficha de Verificação de Serviço
Registro padronizado da verificação de um serviço executado, vinculado ao trecho, ensaios, materiais e medição. Sem FVS completa e rastreável, o serviço fica pendente de comprovação técnica.
ICT — Índice de Conformidade Técnica
Indicador estatístico (0,90 a 1,00) que multiplica o pagamento conforme a conformidade dos resultados do controle tecnológico.
NC — Não Conformidade
Desvio evidenciado em relação a requisito técnico, normativo ou contratual. Tem poder de retenção na medição até a regularização.
TP — Tratativa Preventiva
Tratativa para prevenir desvio potencial ou reincidência. Não retém medição.
Spot check
Verificação pontual e independente da Supervisora para validar resultados da contratada. Também compõe a análise do ICT.
Kit de Ensaios
Conjunto em PDF dos ensaios de um mesmo segmento, com FVS e planilha de ICT, para validação integrada do serviço.
PQO / PCT
Plano da Qualidade das Obras ou Plano de Controle Tecnológico da contratada. Entregue em 15 dias após a OS.
Retigráfico
Representação gráfica da evolução física dos serviços por trecho, correlacionando execução, FVS, ensaios e desvios.
OIA
Organismo de Inspeção Acreditado (CGCRE/Inmetro), que emite o parecer de certificação das obras.
Bloqueio técnico
Impedimento parcial ou total de uso de instalação, fornecedor ou fonte, aplicável a qualquer tempo, mesmo após a homologação.
Autocontrole
Sistema de controle da contratada. A supervisão não substitui a obrigação executiva da contratada.
Supervisão responsiva
Intensidade de acompanhamento ajustada pelo risco, criticidade e histórico de desempenho da contratada.
NQR
Nível de Qualidade Requerido: (Ps + Pi) − 100. Convertido em ICT pela Tabela 2.
Data Book
Dossiê final da obra (ensaios, FVS, NC/TP, certificados, as built, ICT). Entrega em até 60 dias após o TAP; guarda permanente.
TAP
Termo de Aceite Provisório. Condiciona a medição final e inicia o prazo do Data Book.
Faturamento direto
Pagamento feito pela Concessionária direto ao fornecedor da contratada; o fornecedor precisa estar homologado no Grupo EPR.